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O sucesso da silvicultura brasileira tem se caracterizado, principalmente, pela rapidez com que conhecimentos científicos se transformam em procedimentos operacionais aplicáveis ao ?dia-a-dia? de campo. Desse modo foram alcançados os avanços tecnológicos e, conseqüentemente, as altíssimas produtividades que levaram o Brasil à liderança setorial em nível internacional. As informações contidas em As Florestas Plantadas e a Água são indispensáveis para o planejamento e a utilização racional das áreas que fazem parte de nossas bacias hidrográficas. Na obra, os conceitos, as relações e as exigências para a conservação e proteção dos sistemas hidrológicos são tratados de forma objetiva e com indiscutível embasamento científico. Não faltam no livro também abordagens jurídicas elaboradas com muita clareza e a inclusão de um estudo de caso para mostrar que a teoria pode ser perfeitamente alcançada na prática. Enfim, este trabalho, riquíssimo em informações, mostra os caminhos da silvicultura sustentável. Anos de pesquisa e dedicação, aliados à competência profissional, permitiram aos autores elaborar este manual de procedimentos sustentáveis. Leitura obrigatória a todo profissional responsável e guia de valor incalculável a todas as empresas que pretendam transformar o discurso da sustentabilidade em ações concretas em favor do meio ambiente.
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Walter de Paula Lima e Maria José Brito Zakia (orgs.)
Apresentação de Nelson Barboza Leite (Ministério do Meio Ambiente)
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226 páginas ? 16x23 ?ISBN 85-7656-080-7 ? Colorido ? Co-edição CNPq
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CAPÍTULO I
AS FLORESTAS PLANTADAS E A ÁGUA: ANTECEDENTES, CONCEITOS E OBJETIVOS 1
WALTER DE PAULA LIMA
CAPÍTULO II
EFEITOS HIDROLÓGICOS DO MANEJO DE FLORESTAS PLANTADAS 9
WALTER DE PAULA LIMA
CAPÍTULO III
A BUSCA DO MANEJO SUSTENTÁVEL DE FLORESTAS PLANTADAS 29
WALTER DE PAULA LIMA
CAPÍTULO IV
CONCEITUAÇÃO DE MICROBACIAS 45
MARIA DO CARMO CALIJURI E ANNA PAOLA MICHELANO BUBEL
CAPÍTULO V
SAÚDE AMBIENTAL DA MICROBACIA 61
WALTER DE PAULA LIMA E MARIA JOSÉ BRITO ZAKIA
CAPÍTULO VI
O PAPEL DO ECOSSISTEMA RIPÁRIO 77
WALTER DE PAULA LIMA E MARIA JOSÉ BRITO ZAKIA
CAPÍTULO VII
DELIMITAÇÃO DA ZONA RIPÁRIA EM UMA MICROBACIA 89
MARIA JOSÉ BRITO ZAKIA, FERNANDO FROSINI BARROS FERRAZ, ANTONIO MAROZZI RIGHETTO E
WALTER DE PAULA LIMA
CAPÍTULO VIII
CRITÉRIOS E INDICADORES HIDROLÓGICOS DE MONITORAMENTO EM MICROBACIAS 107
CARLA DANIELA CÂMARA, WALTER DE PAULA LIMA E MARIA JOSÉ BRITO ZÁKIA
CAPÍTULO IX
MACROINVERTEBRADOS BENTÔNICOS COMO INDICADORES BIOLÓGICOS PARA O
MONITORAMENTO DE FLORESTAS PLANTADAS 141
CARLA DANIELA CÂMARA E ALAÍDE A. FONSECA-GESSNER
CAPÍTULO X
SEDIMENTOS FINOS EM MICROBACIAS HIDROGRÁFICAS 157
FERNANDO FROSINI DE BARROS FERRAZ
CAPÍTULO XI
SITUAÇÃO JURÍDICA DAS FLORESTAS PLANTADAS 171
CRISTIANE DERANI E MARIA JOSÉ BRITO ZAKIA
CAPÍTULO XII
A BACIA HIDROGRÁFICA COMO UNIDADE DE PLANEJAMENTO:
SUBSTITUIÇÃO DAS AGÊNCIAS DE ÁGUA 185
PAULO AFFONSO LEME MACHADO
CAPÍTULO XIII
ESTUDO DE CASO: GESTÃO AMBIENTAL DA VCP FLORESTAL 197
FAUSTO RODRIGUES ALVES DE CAMARGO
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